17/05/2008

A Escultura

Kim e a sua última obra em fase de construção

04/12/2007

Exposição de pintura - Kim Prisu

Inaugurou ontem a exposição de pintura de Kim Prisu,
na antiga estação dos caminhos de ferro, em Pinhal Novo.
Patente ao público durante duas semanas.
Fotografia digital by Flankus

25/11/2007

Auto-Retrato


Quadro de flankus a ser restaurado, data de 1993.
Novo quadro de Flankus em fase de construção


Quadro de Kim Prisu acabado
Pormenor do quadro de Kim Prisu, acabado.

Fotografia de Flankus, digital photo

20/11/2007

Projecto fotográfico de Flankus, com Kim Prisu como modelo, Fotografia digital

08/11/2007

Quadro a óleo sobre platex tratado, de Flankus de 1991.
Pormenor do quadro a óleo de Kim Prisu em fase de acabamento
Fotografia digital

03/11/2007

Quadro a óleo sobre tela de Kim, em fase final de construção.

31/10/2007

D E S L I Z O

Diluente pincelado em curvas linhaçado óleou-se em tectos.

27/10/2007

Manipulação (em construção)

Quadro de Flankus em óleo sobre tela, em construção

Último trabalho acabado, em técnica mista de Kim Prisu.

Paixão

Fotografia digital

26/10/2007

Cromo Sons

Fotografia digital manipulada

A imagética quitou-se em baixas de zumbidos colores, enquanto a interferência pelosa afectava a superfície, desleixando-a em trauteados palavrões. Voaria amarelando a rigidez da tela até que um (in) conceito morou o hemisfério cerebral transpirando-se im.

25/10/2007

Um rap-olho se não fuzivel

Volver a esperneia da forma oposta, sentado batraqueei o lumiar.

24/10/2007

A intocável do esconde

Fotografia digital manipulada

Pelo impensamento visivelmente folheado para frente em pés que demasiado destros ainda bemse desmultiplicam em verberações muito menos do que tudo mais muito alheias ao felicitacismo imprevisto do alvorecer tardo-rural.Suponhamos que o universo era uma panela de água tépida na bocas de um cão ladrante de mais pés que mãos na tela destraviada retirando disso destrambelhamentos alarvídeos fabulosos púcaros de deslumbramento pós-columbistas tardios.Viva o implosão impensamental!Viva o sub de trás do mundo novo!Viva o poder da impetuosidade simplesmente analfabeta de ruídos explicantes!Parabens pelo anarco-site-imagético-luzidio por demais das lampâdas acessas para sempre!Que o universo se impensamentalize a partir de ontem!
Inteiro António Xavier

23/10/2007

Bata-pé milionésimal

gugluglã-Fotografia digital

O Impensamental é uma agudeza acarinhada pelo grupo os Inteiros, que cogita “uma composição em amálgama de entendimentos que não são convencionados e que vão desvairar em alternados sentidos ou carácter, expressões” no Interior de cada um e que devem interceder em todo o sensível humano.

22/10/2007

a...PENAS...

A procura é uma vírgula para o passeio.

21/10/2007

A criação

Flankus, a pintar "O Nascimento do Impensamental?"
Nota: Este quadro vem do passado, nasceu surrealizado, existe como objecto de estudo e treino, qualquer semelhança com o que não se conhece (impensamental) é pura especulação.
O final é desconhecido.

Vai-se lá saber

"O peixe engoliu a gosma de alfinetes raivosos, pela decrepitude balofa, da comunista absorção do cliché aromático."

Amor

Pormenor de quadro em construção de Kim Prisu


Nesta multidão globalizante e em grande velocidade as composições convivem em ininterruptos apuros, prescrevendo de cada um o aperfeiçoamento das capacidades mais complexa do ser sensível. A metamorfose. Uma inteireza muito falada que revalida a vontade de conversão do adágio.

Atelier

Hoje ontem e amanhã, no enquanto, o que mais edifico nas composição são mutações. Isto vem educando nas individualidades, diferentes aberturas em visualidades convincentes no comover. Flutuações assídua na mente abalroaram o ser inteiro, sentido do incumprimento na multidão. Mas hoje, com o afervento da mente planetária, tem se acrescido o expor na ambiguidade e a individualidade da acção.

Kim

Kim a pintar

Quando estou abstraído num quadro, sem compasso circunscrito, sem conceito pré acomodado, estou no exterior da mente de tudo o que me circunda, estou fútil, é como se não permanecesse no meu próprio indivíduo.